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Linguagens, Códigos e suas Tecnologias

Mini guia da língua portuguesa para o Enem

língua portuguesa para o enem

As dificuldades no uso correto da língua portuguesa para o Enem atinge a maioria dos candidatos. Aqui está um mini guia para você aprender como escrever corretamente para compreender melhor os enunciados!

A área de Linguagem, Códigos e suas tecnologias e Redação tratam da Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol), Artes, Educação Física e Tecnologias da Informação e Comunicação. Porém, aqui queremos nos concentrar em passar para você as principais dificuldades na língua portuguesa para o Enem que os candidatos enfrentam.

Se você não souber alguns conceitos importantes e significados de algumas palavras em nossa norma culta, dificilmente, compreenderá os enunciados e interpretará corretamente.

Por isso, estudar a própria língua bem como dominá-la é um dos pontos fundamentais que a banca examinadora do Enem exige que você tenha. Na verdade, é o mínimo a se exigir de um pré-ingressante a uma universidade do país!

Porque estudar profundamente a Língua Portuguesa para o Enem?

Porque estudá-la não apenas te capacitará para desenvolver um bom trabalho nessa área do conhecimento de Linguagens, Códigos e suas tecnologias como ajudará a redigir com clareza e autonomia a Redação e também saberá interpretar corretamente os enunciados de outras áreas do Enem.

Nunca é demais estudar a própria língua nativa, na verdade, é um dever de cada um. Você deve ter em mente que a Língua Portuguesa interfere diretamente em seu cotidiano. É com essas palavras que você, inclusive, poderá conquistar uma vaga de emprego ou não.

Com as exigências desse mundo globalizado é cada vez mais desafiador saber utilizar o português de acordo com o padrão da norma culta. E se você não se entusiasmar para investir seu tempo nisso, a probabilidade de se dar mal é bem alta e realista.

Por isso, o blog Gênio do Enem traz aqui para você algumas dificuldades na Língua Portuguesa para o Enem a fim de que você possa aprender e aplicar, onde quer que vá! Pode ser cobrado no exame do Enem como pode ser exigido em algum concurso público ou vaga de emprego.

Sendo assim, caso ocorra, você já estará mais preparado que muitos por aí que pensam ser irrelevante esse estudo! Avante, caro candidato!

Mini guia da Língua Portuguesa para o Enem

Você possui dificuldades na Língua Portuguesa para o Enem? Essa área nunca foi o seu forte? Você sabia que ela é tão importante quanto qualquer outra disciplina? Sabia que essa área de Linguagens, Códigos e suas tecnologias é a única que exige 9 diferentes competências que o Enem espera de você? Também espera que você domine o padrão da norma culta!

Leia e aprenda abaixo com este mini guia de dificuldades na Língua Portuguesa para o Enem e fique à frente dos demais concorrentes! Não há tudo o que precisa saber, mas se você começar a descobrir de pouco em pouco, sem dúvida, aumentará o seu rol de aprendizado nesse campo. Nunca é desperdício aprender mais e mais!!!

1 – Com ele (a), consigo

Não é indiferente usar uma expressão pela outra.

  • Usa-se com ele (a) quando esse pronome não se refere ao sujeito da oração. Exemplo: Mônica era uma boa funcionária. A empresa estava satisfeita com ela. (Ela não se refere ao sujeito da oração, que é a empresa).

 

  • Usa-se consigo quando esse pronome se refere ao sujeito da oração. Exemplo: Mônica levou a família consigo. (Consigo refere-se ao sujeito da oração, Mônica).

Nota importante

No seguinte passo do romance Fanfan, do escritor francês Alexandre Jardin, o tradutor brasileiro empregou, erradamente, consigo em vez de com ela: “Por volta das duas horas da madrugada, Fanfan evocou as próprias preocupações profissionais. A atitude negativa dos produtores para consigo feria-a mais do que ousava demonstrar”. ( Fanfan, pg. 37)

Um escritor moderno fez o inverso, usando com ele em vez de consigo: “O que revelava o seu rosto queimado de praia era um homem em paz com ele mesmo”. Deveria ter escrito: “…era um homem em paz consigo mesmo”.

2 –  Devido a – Locução prepositiva

Por causa de, em virtude de, em razão de. Exemplos:

  • Devido ao excesso de peso, o barco afundou
  • Os preços sobem devido à escassez dos produtos
  • Nordestinos abandonaram o campo, devido às secas
  • Perdeu o emprego devido a freqüentes faltas ao serviço.

**** Alguns autores negam, sem razão, legitimidade a esta locução, já consagrada pelo uso. Não se deve usá-la sem a preposição, como nas frases:

  • Não velejaram devido o mau tempo
  • Devido as fortes chuvas de ontem, faltou luz na cidade.

O correto é:

  • Devido ao mau tempo, devido às fortes chuvas

Evite-se usar devido a antes de orações infinitivas:

  • Não entramos na água, devido ao mar estar muito agitado.

Construção correta:

  • Não entramos na água, devido à grande agitação do mar. Ou então: Não entramos na água porque o mar estava muito agitado.

Devido pode funcionar como adjetivo (ou particípio), caso em que varia em gênero e número. Exemplos:

  • Ele falou do respeito e amor devidos aos pais
  • Prestaram-lhe honras devidas aos heróis
  • Muitos acidentes são devidos a falhas humanas
  • A derrota da Seleção foi devida à má arbitragem
  • São muito graves os danos devidos ao desmatamento
  • As falhas ocorridas na história da Igreja, devidas à fragilidade humana, não ofuscam a sua grandeza.

3 – Não fora, não fosse

O verbo ser deve concordar com o sujeito em frases do tipo:

  • Não fossem os conselhos do tio, Márcia teria casado mal
  • Não fossem as chuvas periódicas, as fontes secariam
  • Não fosse (ou não fora) a perícia do piloto, teríamos perecido todos
  • A discussão ter-se-ia encerrado, não fossem as palavras impertinentes de um dos vereadores.

É erro grave de concordância usar não fora em vez de não fossem, como nesta frase de uma escritora:

  • “Não fora algumas estrias rosadas nas pregas mais fundas da cortina e ninguém poderia saber de que cor tinha sido aquele veludo”.

O correto é:

  • Não fossem (ou não existissem) algumas estrias rosadas nas pregas mais fundadas da cortina…

4 – O que falta são recursos

Essa é a concordância correta! Seria erro grave se escrevesse ou dissesse: O que faltam são recursos. Isso porque o sujeito do verbo faltar não é recursos, mas o pronome relativo que: a coisa que falta…

Nota importante

A frase de um cronista:

  • “ Nos dias atuais, o que não faltam são escândalos”

O correto é:

  • “Nos dias atuais, o que não falta são escândalos”

Da mesma forma se dirá: Da festa, o que restou foram dívidas / O que se ouviu foram tiros e gritos / O que existe são projetos.

5 – Verbos poder e ser quando juntos na oração

Em frases como as seguintes, o verbo ser é a base de uma locução verbal e fica invariável:

  • Livros raros podem, creio eu, ser encontrados nos sebos
  • Esses funcionários não podem, sem justa causa, ser demitidos
  • Grãos transgênicos não podiam mais ser exportados.

Exemplos de concordância errada:

  • Os povos indígenas têm história, língua e cultura próprias e não podem mais serem vistos como remanescentes de uma civilização do passado (O Globo, 9/9/2001).

Concordância correta:

  • “…não podem mais ser vistos…”

Aplica-se a mesma regra de concordância nas locuções verbais dever ser, querer ser, dever estar etc.

6 – Que tais as provas do Enem?

Essa é a concordância correta e não “Que tal as provas do Enem?”

Diga-se, fazendo concordar tal com o substantivo a que se refere:

  • Que tal a foto / Que tais as fotos?
  • Qual tal o meu verso? / Que tais meus versos?

7 – Tanto…como

O sujeito composto cujos núcleos estão unidos por essa expressão correlativa leva o verbo ao plural:

  • Tanto a família como a escola devem educar as crianças
  • Tanto o poeta como o cientista merecem o nosso apoio
  • Tanto ele como (ou quanto) eu temos interesse no negócio
  • É um homem excelente, e tanto Emília como Francisquinha o estimam muito.

8 – Um dos que, uma das que

O verbo concorda normalmente no plural com essas expressões, sendo o pronome que sujeito de oração adjetiva restritiva:

  • O Brasil é um dos países que mais produzem cereais
  • Ela foi uma das que mais se destacaram na competição
  • Esse foi um dos motivos que me afastaram do empresário.

Deixa-se, contudo, o verbo no singular quando este se aplica ao ser de que se fala:

  • Santos Dumont foi um dos brasileiros que inventou o aeroplano
  • O Amazonas é um dos rios que apresenta maior volume de água.

9 – Um outro, uma outra

Expressões que devem ser evitadas. Diga-se apenas outro, outra, sem o artigo um:

  • Procurei outro médico
  • Não abatas uma árvore sem plantares outra
  • Quando voltou, parecia outra pessoa.

10 – Ao mesmo tempo que

Um dos motivos pelos quais você e qualquer candidato deve aprender a língua portuguesa para o Enem é que na escrita alguns detalhes devem ser observados, apesar de serem muito semelhantes. Como é o caso desta locução correta ao mesmo tempo que e não ao mesmo tempo em que:

  • Os soldados cantavam hinos, ao mesmo tempo que marchavam (enquanto marchavam)
  • As suas curas eram mais baratas e mais rápidas, ao mesmo tempo que as ofertas dos doentes escasseavam nos templos pagãos (Alexandre Herculano, Lendas e narrativas, p. 335)
  • O coro declama ou canta ao mesmo tempo que executa movimentos coreográficos
  • Ao mesmo tempo que sufoca as identidades nacionais, ela tenta reduzir a humanidade a um rebanho manso ( Moacir Werneck de Castro, A máscara do tempo, p. 12)
  • Ao mesmo tempo que assim se valoriza a exportação, declina a importação (Caio Prado Júnior, História da economia brasileira, p. 302).

A preposição “em” tem cabimento nas expressões desde o tempo em que e no tempo em que, como nas frases abaixo:

  • No tempo em que não havia luz elétrica, a iluminação das ruas era a gás
  • Ouço falar dele desde o tempo em que eu era estudante.

Então? Deu para aprender algumas dessas dificuldades na língua portuguesa para o Enem? Acreditamos que sim. Para o melhor aprendizado, certamente, toda a informação é aproveitada para arquivar o conhecimento e aumentar o saber gradualmente.

Por isso, aplique esse aprendizado e, caso apareça em algum enunciado das provas do Enem, esperamos que você possa lembrar e utilizar corretamente.

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De qualquer modo, o blog Gênio do Enem deseja muito êxito e sucesso em seus estudos para o Enem! Se quiser, visite a categoria de Técnicas de Estudo para saber como ter estratégias visando a um melhore resultando como também sobre artigos relacionados a Redação.

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1 Comentário

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